Por Que Empresas São Multadas por Extintores Irregulares? Os Erros Mais Comuns
A segurança de uma edificação depende da confiabilidade de seus equipamentos, mas, na prática, muitas empresas acabam operando sob um risco invisível. Receber multas por um extintor irregular é um problema comum, mas o prejuízo financeiro das autuações é apenas a ponta do iceberg diante dos perigos reais à vida e ao patrimônio.
A segurança contra incêndio não admite improvisos, e erros como a presença de extintores falsificados ou cargas vencidas podem invalidar todo o seu plano de prevenção de incêndios em um momento crítico.
Entender as exigências das normas técnicas e saber como identificar extintor falso são passos fundamentais para qualquer gestor que deseja evitar sanções legais e garantir a máxima eficiência dos seus equipamentos contra incêndio.
Neste artigo, vamos detalhar as falhas mais comuns encontradas em fiscalizações e como garantir a procedência dos seus produtos de proteção contra incêndio, transformando a conformidade técnica em um pilar de tranquilidade para o seu negócio.
Riscos do extintor irregular: os perigos à vida e propriedade

Manter um extintor irregular em seu estabelecimento é um risco invisível que só se manifesta no momento de maior vulnerabilidade: o início de um incêndio. O primeiro e mais grave perigo é a falha mecânica no momento do uso.
Um equipamento sem a manutenção devida ou com componentes desgastados pode apresentar falta de pressão ou travamento da válvula, impedindo que o agente extintor seja expelido.
Nesses segundos cruciais, o que seria um princípio de incêndio controlável pode rapidamente se transformar em uma tragédia, colocando em risco direto a vida de funcionários, clientes e o patrimônio da empresa.
Além da falha técnica, existe o perigo oculto dos extintores falsificados ou recarregados de forma clandestina. Muitas vezes, o conteúdo interno não corresponde ao que está indicado no rótulo, como o uso de farinha ou outros resíduos no lugar do pó químico correto.
Isso não apenas torna o equipamento inútil para o combate às chamas, mas pode agravar a situação, como ao tentar apagar um fogo em rede elétrica com um produto condutor. A segurança contra incêndio exige previsibilidade, e um equipamento fora das normas do INMETRO elimina qualquer garantia de proteção, criando uma falsa sensação de segurança que é extremamente perigosa.
Para as empresas, negligenciar esses dispositivos também traz consequências jurídicas e financeiras severas. Além das multas pesadas aplicadas em fiscalizações, em caso de sinistro, a seguradora pode negar o pagamento da indenização se for comprovada a presença de equipamentos irregulares.
Como especialistas em produtos de proteção contra incêndio, a Brasa Extintores reforça que a prevenção de incêndios deve ser tratada como um investimento estratégico.
Garantir que todos os seus equipamentos contra incêndio estejam certificados é a única maneira de proteger vidas e evitar que um erro de manutenção comprometa o futuro de todo o seu negócio.
Extintores falsificados e cargas vencidas: os erros que geram autuações

As autuações aplicadas por órgãos fiscalizadores, como o Corpo de Bombeiros, frequentemente decorrem da tentativa de reduzir custos através de serviços de manutenção não certificados.
O uso de extintores falsificados é um dos erros mais graves, pois esses equipamentos não possuem rastreabilidade e utilizam componentes que não atendem aos requisitos de resistência à pressão.
Quando a fiscalização identifica um selo do INMETRO violado, ausente ou com indícios de adulteração, a multa é aplicada imediatamente, pois a irregularidade compromete todo o sistema de segurança contra incêndio da edificação.
Outro ponto crítico que gera multas frequentes é a presença de carga vencida ou manômetros indicando baixa pressão. Muitos gestores negligenciam o cronograma de recarga anual, acreditando que o equipamento ainda está funcionando apenas por parecer intacto externamente.
No entanto, o agente extintor perde suas propriedades químicas com o tempo e a perda de pressão impede o acionamento correto em uma emergência. Durante uma vistoria, a validade do teste hidrostático (que deve ser realizado a cada cinco anos) é verificada rigorosamente, e a sua ausência é motivo para interdição e penalidades administrativas pesadas.
Além dos problemas no cilindro, a escolha incorreta do tipo de agente para o risco específico do local é um erro de prevenção de incêndios comum. Instalar um extintor de Água (Classe A) onde há riscos elétricos (Classe C), por exemplo, é considerado uma falha técnica gravíssima.
A conformidade dos equipamentos contra incêndio exige que cada unidade esteja devidamente sinalizada, desobstruída e dentro dos padrões técnicos de validade. Ignorar esses detalhes transforma o que deveria ser um item de proteção em um passivo jurídico, aumentando os riscos de extintores irregulares para o proprietário do imóvel.
Confira os erros mais comuns que resultam em multas e autuações:
- Selo do INMETRO Ausente ou Adulterado: A falta da certificação oficial é o primeiro item checado em vistorias e indica que o produto não é confiável.
- Carga e Validade Vencidas: Manter equipamentos com prazos expirados anula a garantia de funcionamento e gera notificações imediatas.
- Manômetro na Faixa Vermelha: Indica que o extintor perdeu a pressurização interna necessária para expelir o agente no combate às chamas.
- Incompatibilidade de Classe: Instalar o agente extintor errado para o tipo de material combustível presente no ambiente (ex: falta de extintores de pó químico em áreas com líquidos inflamáveis).
- Falta de Teste Hidrostático: Negligenciar o teste de resistência do casco, obrigatório a cada cinco anos, o que pode causar explosões do cilindro.
- Equipamento Obstruído ou Sem Sinalização: Dificultar o acesso ao extintor ou não indicar sua localização com placas fotoluminescentes conforme a norma técnica.
Como identificar extintor falso e garantir a procedência do equipamento
Saber como identificar extintor falso é uma habilidade vital para qualquer gestor que preza pela integridade de seu patrimônio. O primeiro passo é realizar uma inspeção visual minuciosa no selo do INMETRO, que deve ser obrigatoriamente holográfico e conter o número de série único rastreável.
Extintores falsificados costumam apresentar selos com cores desbotadas, impressões grosseiras ou que se soltam facilmente, indicando que o equipamento não passou pelos testes rigorosos de segurança.
Além disso, o anel de identificação (localizado entre a válvula e o cilindro) deve possuir a cor correspondente ao ano da última manutenção, servindo como um indicador visual imediato da regularidade do serviço prestado.
Para garantir a procedência, é fundamental verificar se a empresa prestadora do serviço possui registro ativo no INMETRO e se fornece a documentação técnica necessária, como a nota fiscal e o certificado de garantia da carga.
O rótulo do extintor de incêndio deve estar legível, sem sobreposições de etiquetas e com instruções claras de uso e classes de fogo atendidas. Ao adquirir equipamentos contra incêndio, exija sempre a comprovação de que os componentes substituídos são novos e certificados.
Desconfie de ofertas com preços excessivamente abaixo do mercado, pois o custo de uma recarga lícita envolve processos laboratoriais que empresas clandestinas simplesmente ignoram para baratear o serviço.
Confira os principais pontos de atenção para não ser enganado por equipamentos fraudulentos:
- Selo Holográfico do INMETRO: Verifique se o selo possui o efeito prismático ao refletir a luz e se o número de série é único.
- Cor do Anel Plástico: O anel localizado no gargalo do extintor deve estar íntegro e ter a cor específica do ano vigente (ex: verde, branco, azul, etc.), conforme o cronograma oficial.
- Lacre de Segurança: O lacre que prende o pino de segurança deve estar intacto e não pode apresentar sinais de ter sido rompido e colado novamente.
- Informações do Rótulo: Certifique-se de que o nome da empresa que realizou a manutenção, o número do registro e a data de validade estejam impressos de forma clara e profissional.
- Estado do Cilindro: Evite equipamentos com sinais de ferrugem, amassados ou pinturas descascadas, pois essas avarias podem indicar cilindros antigos reaproveitados ilegalmente.
- Ponteiro do Manômetro: O indicador de pressão deve estar estritamente na faixa verde; se estiver na amarela ou vermelha, o equipamento é considerado irregular.
Brasas Extintores: referência em produtos de proteção contra incêndio em Vila Velha

A nossa empresa de produtos de proteção contra incêndio em Vila Velha – Brasas Extintores posiciona-se como um parceiro estratégico, garantindo que sua empresa atenda a todas as normas legais e regulamentações de segurança contra incêndio.
A nossa empresa de produtos de proteção contra incêndio em Vila Velha – Brasas Extintores oferece uma gama completa de equipamentos contra incêndio, desde extintor de incêndio até sistemas de hidrantes e sinalização, todos com certificação e em conformidade com as exigências do Corpo de Bombeiros.
Nosso objetivo é proporcionar a tranquilidade de saber que sua empresa está protegida e que você está livre de autuações.
Ficou interessado(a) e quer saber mais sobre como identificar extintor falso? Então entre em contato agora mesmo conosco e tire todas as suas dúvidas a respeito de equipamentos contra incêndio.
